tipos de emprego

Quando o assunto é mercado de trabalho, compartilhar informações detalhadas sobre os cargos disponíveis na sua empresa ajuda não só a atrair os candidatos certos, mas também a reter talentos por mais tempo. E nesse sentido, quanto mais os candidatos souberem sobre a função, melhor poderão decidir se é uma boa opção – e se engajar na vaga. 

Por isso, é fundamental conhecer os tipos de emprego disponíveis no mercado, e como ofertar cada modelo de vaga na hora de recrutar e selecionar. 

Tanto empregadores como candidatos podem se beneficiar ao compreender o tipo de contratação que está sendo realizada pelos times de RH, já que isso define as expectativas quanto ao nível de comprometimento, benefícios e duração do emprego.

A seguir, convidamos você a entender os diferentes tipos de emprego do mercado brasileiro e como apresentá-los de forma clara na hora de estruturar uma descrição de vaga atraente para os candidatos.

Os diferentes modelos de emprego do mercado brasileiro

No Brasil, existem diversos modelos de emprego, cada um com suas características específicas e regulamentações próprias. E compreender essas diferenças é essencial para que o RH possa estruturar vagas de forma clara e eficaz, atendendo tanto às necessidades da empresa quanto às expectativas dos candidatos. 

Entre os principais tipos de emprego estão a carteira assinada (CLT), freelancer, autônomo, PJ e temporário. A seguir, exploramos cada um desses modelos em detalhes.

Carteira assinada (CLT)

O modelo de contratação mais comumente empregado no Brasil é o definido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com base na Lei n° 5.452/43. A CLT garante direitos como férias remuneradas, 13º salário, FGTS, seguro-desemprego, entre outros benefícios. 

Os empregados com carteira assinada têm horários fixos e condições de trabalho estabelecidas por lei, promovendo segurança e estabilidade.

Freelancer

O trabalho freelancer vem sendo cada vez mais utilizado por uma série de profissionais, seja por conta da informalidade ou por desejo de maior flexibilidade. Esse tipo de trabalho pode ser realizado por profissionais autônomos, Microempreendedores Individuais (MEIs) e Pessoas Jurídicas (PJs). 

A principal característica do emprego freelancer é a prestação de serviços temporários sem um vínculo empregatício fixo, com obrigações descritas em contrato entre o freelancer e o contratante. 

Autônomo

O trabalhador autônomo também não possui vínculo empregatício e não segue as condições da CLT. Nesse caso, as remunerações, os horários e outras questões são acordadas diretamente entre o profissional e o empregador. Essa modalidade permite maior liberdade na definição das condições de trabalho.

Um freelancer, por exemplo, pode ser autônomo, mas o inverso difere, uma vez que o profissional autônomo pode abranger outras modalidades de trabalho – incluindo o de empresário e microempreendedor. 

Leia também – Escalabilidade na contratação: como otimizar os processos por meio desse conceito

MEI / PJ

O MEI, por sua vez, é um exemplo de Pessoa Jurídica (PJ), mas há outras formas de empreender – como ME, Lucro Presumido e Lucro Real. Dessa forma, a opção por se tornar PJ exige cuidado, uma vez que há diferentes categorizações e processos tributários.

Além disso, o PJ precisa se planejar financeiramente para manter os tributos em dia, bem como manter a empresa regularizada. Vale lembrar que os PJs podem contratar seus próprios funcionários, seguindo os tipos de emprego mencionados.

Temporário

Por fim, o emprego temporário é iniciado com um prazo de término definido, ideal para períodos de maior demanda, como festas de fim de ano, Carnaval e Páscoa. Esse tipo de trabalho oferece flexibilidade tanto para empregadores como para empregados, atendendo necessidades específicas de curto prazo.

Como o RH pode estruturar vagas com base em diferentes tipos de emprego

O planejamento e a estruturação de vagas de emprego são cruciais para atrair os candidatos certos e garantir que as expectativas sejam claras desde o início. 

Por isso, é importante que o RH determine o tipo de emprego que melhor atende às necessidades da empresa no momento – seja CLT, freelancer, autônomo, PJ ou temporário. Cada modalidade oferece vantagens específicas, e a escolha deve estar alinhada aos objetivos e à cultura da organização. 

A partir dessa definição, é possível elaborar uma descrição detalhada da vaga, especificando claramente o tipo de contrato. E nela é importante incluir informações sobre o horário de trabalho, modelo de pagamento (por horas, por demanda, salário fixo etc.), e se o trabalho será presencial, remoto ou híbrido. 

Lembre-se que uma comunicação transparente evita mal-entendidos e atrai candidatos que realmente se identificam com a proposta. Além disso, é essencial manter uma comunicação aberta e contínua durante todo o processo seletivo, com feedbacks construtivos e independentemente do resultado, para melhorar a experiência do candidato e fortalecer a imagem da empresa no mercado.

Conclusão

Como é possível observar, estruturar vagas de emprego com base em diferentes tipos de modelos não só ajuda a atrair os candidatos certos, como promove um ambiente de trabalho mais transparente e eficiente. 

Com uma abordagem planejada e estratégica, o RH pode garantir que as necessidades da empresa e dos colaboradores sejam atendidas de maneira equilibrada. E uma boa maneira de organizar essas estruturas e criar vagas de trabalho atraentes é utilizando ferramentas automatizantes.

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