top of page
Todos os posts


Entrevista online: como registrar a avaliação e destravar a decisão da vaga
A última entrevista terminou numa quinta-feira à tarde. O gestor da área participou, fez três perguntas e desligou a chamada. Na segunda-feira, o recrutador pergunta o que ele achou do candidato. A resposta chega na quarta, em uma frase: gostou, mas ficou na dúvida. Entre a conversa e essa frase se passaram seis dias. Nesse intervalo, ninguém registrou nada. Não existe anotação do que o candidato respondeu, nota por competência, nem comparação com os outros dois que passaram
Larissa Scariel


Como avaliar hard skills de desenvolvedores sem entender de código
Um recrutador abre o currículo de um candidato a vaga de desenvolvedor e encontra uma lista de siglas: React, Node.js, GraphQL, Docker. Ele reconhece os nomes de reuniões anteriores, mas não sabe dizer, com segurança, se aquele histórico realmente atende ao que a vaga pede. A saída mais comum é confiar na conversa: quem se comunica bem e demonstra segurança avança; quem trava um pouco, mesmo com experiência real, cai sem critério explícito. O problema não é falta de talento d
Larissa Scariel


ROI de um ATS: como calcular o retorno da tecnologia de recrutamento
Para muitos gestores de RH, a decisão de contratar um ATS esbarra em uma pergunta que raramente tem resposta pronta: isso se paga? A ferramenta promete menos tempo perdido com triagem manual, tarefas manuais repetidas, mas o orçamento aprovado depende de números, não de promessas. Sem uma conta clara, a decisão fica no campo do achismo, que raramente resiste a uma objeção bem colocada da área financeira. O caminho mais fácil para sair desse impasse é entender o que compõe o r
Larissa Scariel


Por quanto tempo guardar dados de candidato reprovado: o que a LGPD determina
Um candidato participa de um processo seletivo, chega até a etapa final e não é aprovado. O currículo, os testes e as anotações da entrevista continuam ali, no sistema, sem que ninguém tenha decidido formalmente o que fazer com aquilo. Essa é uma situação corriqueira no RH, e é exatamente aí que mora o risco: quando ninguém decide, o dado fica. Fica por inércia, não por critério. "Guardar por guardar" tem um custo que a LGPD trata como problema real, não como detalhe técnico.
Larissa Scariel


O que é ATS de recrutamento e seleção e o que cada termo do painel significa
Uma gestora de RH decide, entre dois candidatos parecidos no papel, qual avança para a próxima etapa. Não existe planilha comparando critério a critério - a decisão vai para quem deixou melhor impressão na conversa, porque é isso que ela tem na memória no momento de escolher. A cena se repete em empresas que ainda não centralizaram o processo seletivo em um sistema. As vagas se multiplicam, a avaliação de cada candidato fica dividida entre e-mail, planilha compartilhada e ano
Larissa Scariel


Agendar entrevista rápido: por que a demora faz o candidato desistir
Um candidato passa pela triagem, é aprovado e o processo praticamente para. Não porque foi reprovado, nem porque a vaga foi cancelada, mas porque ninguém conseguiu agendar a entrevista com um horário que funcione, ao mesmo tempo, para o RH, o gestor da vaga e o próprio candidato. E-mails e mensagens vão e voltam, uma resposta demora um dia, a próxima demora dois, e o que deveria ser questão de minutos vira uma semana inteira de coordenação. Enquanto isso acontece, o candidato
Larissa Scariel


Recrutamento para empresas: como competir com grandes marcas
Competir por talentos com uma grande marca parece, à primeira vista, uma disputa perdida para a maioria das pequenas e médias empresas. Enquanto multinacionais oferecem pacotes de benefícios robustos, notoriedade de mercado e páginas de carreira com milhares de seguidores, o RH de empresas menores costuma lidar com orçamento enxuto, equipe reduzida e pouco reconhecimento espontâneo entre candidatos. Ainda assim, essa disputa não é tão desigual quanto parece. O recrutamento pa
Larissa Scariel


Como escolher um ATS: guia completo para RH
A ferramenta ATS é o que está por trás dos processos seletivos mais ágeis e organizados do mercado, e escolher o ATS certo é uma das decisões mais importantes que uma área de RH pode tomar, já que ela impacta diretamente a qualidade das contratações, o tempo de preenchimento das vagas e a experiência de todo mundo envolvido no processo seletivo. Existem algumas boas opções no mercado, cada uma prometendo mais entrega e eficiência que a outra. Com tantas promessas de vendas, f
Larissa Scariel


Alinhamento com gestores: como evitar ruídos que atrasam e prejudicam o R&S
Um processo seletivo não costuma atrasar só pela falta de candidatos certos. Muitas vezes, o problema começa antes mesmo da vaga ser divulgada. A área pede uma contratação, o RH abre o processo, os candidatos começam a chegar e, no meio do caminho, surgem mudanças de rota: o perfil desejado não era exatamente aquele, a senioridade precisa ser revista, a faixa salarial não comporta as exigências etc. Quando isso acontece, o recrutamento perde ritmo. Assim, o RH precisa refaze
Mayla Araújo


Banco de talentos inteligente: como transformar candidatos antigos em novas contratações
Uma coisa é certa: nem todo bom candidato é contratado no primeiro processo seletivo. Às vezes, a pessoa tem um perfil interessante, mas não é a mais aderente para aquela vaga específica. Em outros casos, a empresa encontra mais de um profissional qualificado, mas só pode contratar um. Também há situações em que o timing não fecha, a remuneração não avança ou a posição é congelada antes da decisão final. O problema é que, em muitas empresas, esses candidatos simplesmente se p
Mayla Araújo


Recrutamento estratégico: como planejar contratações com mais previsibilidade
Contratar bem não deveria depender apenas da capacidade do RH de “apagar incêndios”. Ainda assim, em muitas empresas, o recrutamento começa quando a vaga já virou urgência: alguém pediu desligamento, uma área cresceu rápido demais, um projeto precisa sair do papel ou uma liderança percebeu, tarde demais, que o time está sobrecarregado. Quando isso acontece, o processo seletivo já nasce pressionado: o prazo fica apertado, os critérios mudam no caminho, a triagem se torna mais
Mayla Araújo


Recrutamento estratégico: como planejar contratações com mais previsibilidade
Contratar bem não deveria depender apenas da capacidade do RH de “apagar incêndios”. Ainda assim, em muitas empresas, o recrutamento começa quando a vaga já virou urgência: alguém pediu desligamento, uma área cresceu rápido demais, um projeto precisa sair do papel ou uma liderança percebeu, tarde demais, que o time está sobrecarregado. Quando isso acontece, o processo seletivo já nasce pressionado: o prazo fica apertado, os critérios mudam no caminho, a triagem se torna mais
Mayla Araújo


Contratação colaborativa: como padronizar avaliações e tomar decisões mais assertivas
Foi-se o tempo em que a contratação era uma decisão exclusiva do RH. Em boa parte das empresas, gestores, líderes técnicos e até membros do time participam do processo seletivo em diferentes etapas. E esse movimento faz sentido, já que, quanto maior o número de pessoas envolvidas, maior também a chance de avaliar o candidato sob diferentes perspectivas. O problema começa quando essa participação não vem acompanhada de estrutura. Sem critérios claros e padronização, o que deve
Mayla Araújo


Diversidade no Recrutamento e Seleção: como reduzir vieses na prática (sem depender só do discurso)
Nos últimos anos, a diversidade ganhou espaço em pautas estratégicas, metas corporativas e posicionamento de marca. Ainda assim, quando o assunto é recrutamento, a aplicação prática nem sempre acompanha o discurso. Isso acontece porque diversidade não se constrói só com intenção, mas com processo. E é justamente no processo seletivo que muitos vieses continuam operando, muitas vezes de forma silenciosa. Onde os vieses aparecem no recrutamento Na maior parte dos casos, o viés
Mayla Araújo


Jornada do Candidato sem atrito: como mapear e melhorar cada etapa do processo seletivo
Durante muito tempo, a experiência do candidato foi tratada como um tema secundário no recrutamento. Na prática, o foco estava concentrado em etapas internas: triagem, entrevistas, alinhamento com gestores e fechamento da vaga. O problema é que, ao longo desse processo, existe uma outra jornada acontecendo em paralelo — e ela nem sempre recebe a mesma atenção: a jornada do candidato. Hoje, ignorar esse percurso tem um custo direto. Processos longos, pouco claros ou desorganiz
Mayla Araújo


Página de carreiras em 2026: o que faz um candidato confiar — e se candidatar — em uma vaga
A página de carreiras já foi tratada como um espaço institucional: um lugar para listar vagas abertas e apresentar, de forma geral, a empresa. Esse modelo ainda existe, mas começa a perder força. Isso porque, na prática, a decisão de se candidatar acontece muito antes do envio do currículo. E, na maioria dos casos, passa diretamente pela percepção que o candidato tem ao acessar a vaga. Nesse sentido, é importante para o candidato se fazer a seguinte pergunta: essa empresa pa
Mayla Araújo


O novo papel do RH em empresas orientadas por tecnologia
Durante muito tempo, o RH foi visto como uma área essencialmente operacional. Processos de recrutamento, administração de pessoal, folha de pagamento e rotinas internas ocupavam grande parte da agenda. A atuação estratégica até existia, mas muitas vezes ficava em segundo plano. Esse cenário começou a mudar. À medida que a tecnologia passou a fazer parte do dia a dia das empresas, a forma de gerir pessoas também evoluiu. Dados, automação e novas ferramentas transformaram os p
Mayla Araújo


Skills-based hiring: por que empresas estão contratando por habilidades (e não mais por diploma)
Durante muito tempo, o processo de recrutamento seguiu um roteiro relativamente previsível: formação acadêmica, experiências anteriores e tempo de atuação em determinadas funções. Esses critérios continuam relevantes, mas começam a perder espaço como principal filtro de contratação. Isso porque, na prática, eles nem sempre conseguem responder a uma pergunta essencial: o candidato realmente tem as habilidades necessárias para desempenhar bem a função? É nesse contexto que ganh
Mayla Araújo


Quickin Culture Assessment (QCA): como avaliar o alinhamento cultural e contratar com mais precisão, nova funcionalidade do Quickin
Uma coisa é certa: avaliar um candidato apenas pelo currículo já não é suficiente. Experiência e formação continuam importantes, mas saber como a pessoa vai se comportar no dia a dia da empresa e sua personalidade também é importante. Por exemplo, é comum ver profissionais tecnicamente competentes que enfrentam dificuldades de adaptação, geram atritos no time ou não conseguem performar no contexto em que foram inseridos. E, na maioria das vezes, esse desalinhamento não apare
Mayla Araújo


Recrutamento preditivo: como dados e People Analytics ajudam a prever contratações de sucesso
Análise de histórico, percepção dos recrutadores e alinhamento cultural são fatores essenciais durante o recrutamento, mas já não são suficientes para lidar com um cenário mais dinâmico e orientado por dados. Hoje, o RH precisa responder a perguntas mais complexas: quais candidatos têm maior probabilidade de performar bem? Quem tende a permanecer mais tempo na empresa? Onde estão os principais riscos de turnover? É nesse contexto que ganha espaço o recrutamento preditivo. A
Mayla Araújo
bottom of page
