A implementação de um bom processo seletivo exige planejamento e atenção, ainda mais quando há a intenção de contratar profissionais que não apenas se adequam à posição, mas que possam contribuir para além da parte técnica. Nesse contexto, as metodologias Big Five e DISC despontam como soluções de excelência para otimizar os processos de recrutamento e seleção.

Aqui na Quickin, a automatização de recrutamento é pensada para todas as etapas, desde o momento de atração até a contratação de novos colaboradores. Por meio de metodologias eficazes, a sua empresa é capaz de formar uma equipe altamente qualificada e, principalmente, motivada pelo projeto.

Mas afinal, como escolher a melhor metodologia de avaliação de personalidade?

Para responder a essa pergunta, reunimos as principais características de dois dos melhores testes de avaliação do mercado, além dos prós para cada situação e como implementá-las. Confira a seguir!

Quais as particularidades de cada metodologia?

Testes de personalidade não são recursos propriamente novos no mercado, mas a maneira como são aplicados, sim. À medida que foram sendo reformuladas, as metodologias se tornaram referência para muitas empresas – é o caso dos modelos baseados em traços específicos, como o Big Five e o DISC.

 

Big Five

Também conhecido como Modelo dos Cinco Grandes Fatores, o teste avalia cinco aspectos:

  • abertura para novas experiências (Abertura);
  • autodisciplina, orientação para os deveres (Conscienciosidade);
  • extroversão;
  • agradabilidade;
  • estabilidade emocional.

Ao final, a metodologia é capaz de avaliar o candidato com um score em cada um dos 5 fatores. Por exemplo: um profissional pode ter 82% de extrovertido e 30% de estabilidade emocionalmente.

 

DISC

Desenvolvida no início de 1900 pelo psicólogo William Marston, a metodologia DISC é baseada em quatro fatores principais de comportamento, que são avaliados conforme o ambiente em que os indivíduos estão inseridos. Ou seja, são mais flexíveis e maleáveis, porque podem sofrer alterações de acordo com as situações impostas.

Assim como o Big Five, o DISC também leva em conta alguns fatores determinantes para a análise.

Os quatro temperamentos avaliados são: Dominância (D), Influência (I), Estabilidade (S) e Conformidade (C).

 

Big Five ou DISC? Os prós de cada metodologia

Agora que você já conhece um pouco mais sobre as duas metodologias de recrutamento, é importante também avaliá-las de maneira mais ampla. Alguns contextos podem não ser os mais indicados para a utilização de determinadas metodologias, enquanto outros podem extrair o melhor que os testes podem oferecer.

Na hora de escolher a melhor metodologia de avaliação para a sua empresa, é importante avaliar as diferentes características envolvendo cada um dos modelos de testes. Enquanto o Big Five é mais abrangente – sendo possível de ser utilizado em empresas, mas também no campo da psicologia –, o DISC é mais voltado para os negócios.

Confira as vantagens de cada modelo de recrutamento:

Big Five

Como dito anteriormente, a metodologia Big Five é uma importante aliada para o processo seletivo de profissionais qualificados para além do campo técnico. Frequentemente recomendada por psicólogos e analistas, é considerada a metodologia   com maior embasamento científico do mercado.

DISC

Trata-se de uma modalidade mais centrada no campo profissional e apesar de ser uma metodologia simplificada, focada em quatro fatores, o DISC pode oferecer percepções individuais mais objetivas quando comparado ao modelo de cinco fatores.

Metodologias alinhadas a softwares de recrutamento.

Como é possível observar ao longo do texto, as metodologias de recrutamento são recursos imprescindíveis para a seleção de profissionais qualificados. Para além do campo técnico, elas são capazes de oferecer um panorama humano e sensibilizado sobre os candidatos, por meio de análises de personalidade específicas.

A contratação de profissionais qualificados é essencial para o bom andamento de uma empresa, já que, quanto mais alinhada estiver a equipe do objetivo, mais produtividade e resultados positivos serão gerados. Mas, lembre-se: a metodologia não basta para realizar um processo seletivo eficaz.

Para chegar a esse denominador comum, é preciso ir além da metodologia e investir também no software adequado. A escolha da ferramenta faz toda a diferença para os processos seletivos modernos, em especial para as novas demandas de mercado – que beneficiam trabalhos remotos, híbridos e digitais.

A Quickin oferece um software de recrutamento e seleção ágil e amigável, fornecendo uma experiência enriquecedora tanto para as empresas como para os profissionais envolvidos no processo. Saiba como funciona a ferramenta e a melhor forma de implementá-la no seu negócio.

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