entrevista não estruturada

A entrevista é uma etapa crucial para avaliar os candidatos e tomar decisões informadas sobre a contratações. E nesse contexto, existem diferentes abordagens que podem ser utilizadas pelos profissionais de RH, como por exemplo a estruturada, a semiestruturada e a entrevista não estruturada.

O modelo não estruturado é conhecido como um dos mais eficientes do mercado, uma vez que, por meio dessa entrevista, o recrutador não se limita a seguir uma ordem predeterminada de perguntas. A conversa, nesse caso, é conduzida de forma aberta e fluida com o candidato, adaptando-se ao decorrer do bate-papo

Por isso, hoje vamos abordar a entrevista não estruturada na prática, com dicas valiosas para você aplicá-la durante o processo de recrutamento e seleção em sua empresa. Confira a seguir!

O que é entrevista não estruturada?

Antes de aprofundarmos na prática, nada melhor do que fazermos uma recapitulação dos tipos de entrevistas que temos disponível no mercado de trabalho. Enquanto a entrevista estruturada segue um roteiro predeterminado de perguntas, a entrevista não estruturada permite ao recrutador conduzir a conversa de forma mais flexível, adaptando as questões.

Essa abordagem busca criar um ambiente mais natural e espontâneo, para que o candidato tenha liberdade para se expressar. Assim, o entrevistador pode explorar diferentes aspectos de sua personalidade, experiências e competências. É uma oportunidade de obter insights mais genuínos sobre o candidato e sua adequação à cultura e aos requisitos da empresa.

As vantagens da entrevista não estruturada

A entrevista não estruturada oferece diversas vantagens que podem contribuir para o processo de seleção de candidatos. Algumas das principais são:

  • Autenticidade e espontaneidade: a entrevista não estruturada permite ao candidato se apresentar de forma espontânea, proporcionando ao recrutador uma visão ampla da sua personalidade, habilidades e estilo de comunicação;
  • Exploração abrangente: sem um roteiro fixo de perguntas, o recrutador tem a liberdade de explorar diferentes aspectos do candidato de acordo com o fluxo da conversa. Isso possibilita uma compreensão mais aprofundada de suas experiências, motivações, valores e capacidades;
  • Flexibilidade adaptativa: o modelo não estruturado permite ao recrutador adaptar-se às respostas do candidato, direcionando a entrevista para áreas específicas de interesse ou fazendo perguntas adicionais para obter mais clareza sobre determinados tópicos;
  • Identificação de habilidades interpessoais: a entrevista não estruturada é especialmente eficaz para avaliar as habilidades interpessoais do candidato, como a capacidade de se relacionar, de se comunicar de forma eficaz e de lidar com situações desafiadoras;
  • Avaliação da adaptabilidade: por meio da entrevista não estruturada, o recrutador pode avaliar a capacidade do candidato de se adaptar a diferentes situações e responder de forma criativa e flexível diante de desafios inesperados.

Ao incorporar a entrevista não estruturada no processo de seleção, as empresas podem obter uma visão mais holística e aprofundada dos candidatos, aumentando as chances de encontrar o ajuste ideal durante o fit cultural.

Como aplicar a entrevista não estruturada no R&S

Mas, afinal, como utilizar a entrevista não estruturada durante um processo seletivo? Para te ajudar nessa missão, preparamos um passo a passo com as principais etapas. Confira a seguir:

  1. Preparação prévia: antes da entrevista, revise o currículo do candidato e faça anotações sobre pontos de interesse, lacunas ou experiências relevantes que você deseja explorar mais a fundo;
  2. Estabeleça um ambiente acolhedor: crie um ambiente descontraído e amigável para que o candidato se sinta à vontade e encorajado a se expressar de forma autêntica;
  3. Faça perguntas abertas: em vez de seguir um roteiro fixo, faça perguntas abertas que permitam ao candidato compartilhar suas experiências, perspectivas e opiniões de forma livre. Evite perguntas que exijam respostas curtas ou sim/não, optando por perguntas que incentivem reflexão e elaboração;
  4. Ouça ativamente: durante a entrevista, pratique a escuta ativa, demonstrando interesse genuíno pelo que o candidato está compartilhando. Preste atenção às suas respostas, faça perguntas de acompanhamento e encoraje-o a expandir e fornecer exemplos;
  5. Adapte as perguntas conforme a conversa avança: com base nas respostas do candidato, adapte suas perguntas e explore áreas que parecem mais relevantes ou que necessitam de maior esclarecimento. Isso permite uma conversa mais fluida e uma avaliação mais aprofundada do candidato;
  6. Observe a linguagem corporal e expressões não verbais: além das respostas verbais, observe atentamente a linguagem corporal, expressões faciais e outras pistas não verbais do candidato. Esses sinais fornecem insights adicionais sobre sua reação emocional, confiança e habilidades de comunicação;
  7. Documente as observações relevantes: durante a entrevista, faça anotações sobre os aspectos relevantes abordados, as impressões do candidato e as competências demonstradas. Isso ajudará na avaliação posterior e na comparação entre os candidatos;
  8. Encerre a entrevista de forma positiva: ao finalizar a conversa, agradeça ao candidato pelo tempo dedicado e explique os próximos passos do processo de seleção. Dê espaço para que ele faça perguntas adicionais ou compartilhe informações que considera relevantes.

Por fim, lembre-se de que a entrevista não estruturada é uma oportunidade para criar um diálogo autêntico com o candidato, permitindo que ele se apresente de forma mais espontânea. 

Ainda assim, é importante manter o foco nas competências e qualificações necessárias para o cargo, buscando obter informações relevantes para a tomada de decisão informada.

+ Leia também – Entrevista não estruturada: entenda e coloque em prática!

Conclusão

A entrevista não estruturada é uma abordagem valiosa, que proporciona uma visão autêntica dos candidatos e permite uma avaliação mais completa no R&S. Ao adotar esse método, é possível desfrutar não só de uma interação mais fluida e natural, como também proporcionar ao candidato a oportunidade de se destacar para além do escopo técnico.

No entanto, para aprimorar ainda mais a eficiência e a precisão do processo de seleção, a tecnologia desempenha um papel fundamental. É aqui que soluções como o software de recrutamento e seleção da Quickin entram em cena. 

Com recursos automatizados, como scorecards, testes online e vídeo entrevistas, é possível obter uma avaliação mais objetiva e baseada em dados. Essa combinação de entrevista não estruturada e a capacidade tecnológica proporciona um processo de recrutamento mais eficiente, rápido e eficaz.

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