Segurança no recrutamento: verificação de recrutadores, antifraude e LGPD no funil
- Mayla Araújo
- 17 de nov.
- 3 min de leitura
Atualizado: 18 de nov.
Nos últimos meses, o LinkedIn e outras redes profissionais intensificaram ações de
verificação para perfis de recrutadores e empresas. A medida não é à toa: aumentaram os relatos de golpes disfarçados de processos seletivos, com uso indevido de dados
pessoais, pedidos de pagamento e até entrevistas falsas por vídeo.
Para as empresas, o impacto vai muito além da reputação. Um processo seletivo fragilizado pode comprometer a confiança dos candidatos, gerar riscos legais (como vazamento de dados sob a LGPD) e corroer a credibilidade da marca empregadora.
Pensando nisso, preparamos um guia para mostrar como o RH pode fortalecer seus
mecanismos de verificação, adotar práticas antifraude e usar o software do Quickin para
garantir recrutamentos mais seguros, auditáveis e em conformidade com a legislação.
O novo cenário: por que a segurança virou prioridade no recrutamento
A digitalização do recrutamento trouxe agilidade, é verdade. Mas também abriu brechas. De formulários falsos a e-mails fraudulentos, o ambiente de R&S tornou-se alvo de golpes direcionados a quem busca emprego. O LinkedIn, por exemplo, chegou a criar uma etiqueta de “Recrutador Verificado” para ajudar candidatos a distinguir profissionais legítimos.
Por parte das empresas, cresce também a consciência de que a segurança do funil é
parte da experiência do candidato. Nesse sentido, se o processo não inspira confiança, a
marca empregadora sofre. E, mais grave, incidentes envolvendo vazamento de dados
podem gerar sanções da LGPD e danos à imagem institucional.
Controles que todo ATS deve ter: autenticação, permissões e
rastreabilidade
Mas afinal, por onde começar a proteger os processos seletivos? A primeira linha de defesa está na tecnologia usada pelo RH.
Um bom ATS precisa garantir autenticação segura e controle de acesso granular —
evitando que qualquer colaborador visualize, exporte ou compartilhe dados sensíveis de
candidatos.
Na Quickin, isso é feito por meio de:
● Login único (SSO) e dupla autenticação (2FA) para recrutadores;
● Perfis e níveis de permissão, restringindo visualização por vaga, área ou filial;
● Logs de auditoria, que registram toda ação no sistema (edições, exclusões,
downloads);
● Criptografia e backups automáticos, protegendo as informações contra perda ou
vazamento.
Esses mecanismos reforçam a segurança de dados e a confiabilidade das informações de ponta a ponta.
LGPD aplicada a R&S: checklist essencial para o RH
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não é só um tema jurídico, mas uma prática
diária que deve orientar cada etapa do recrutamento. Para cumprir a legislação, o RH
precisa garantir:
1. Base legal adequada (como consentimento ou legítimo interesse) para tratar dados
pessoais;
2. Termos de consentimento claros, explicando como os dados serão utilizados e
por quanto tempo armazenados;
3. Canal de exclusão e portabilidade, permitindo que candidatos solicitem a remoção
de informações;
4. Retenção controlada, evitando guardar currículos por tempo indeterminado.
O software da Quickin, por exemplo, automatiza grande parte dessas etapas — com
campos de consentimento, exclusão em massa e registro de aceite, facilitando o
compliance sem aumentar a burocracia.
Playbook de verificação: como blindar seu processo seletivo
contra fraudes
Além das ferramentas, é essencial criar protocolos internos de verificação. Um bom
checklist que seu RH pode adotar é o seguinte:
● Domínio corporativo: comunicações sempre via e-mail oficial da empresa (nunca
genéricos como Gmail).
● Landing pages seguras: URLs institucionais e formulários hospedados em domínio
verificado.
● Identificação dos recrutadores: perfis no LinkedIn com nome, foto e vínculo
confirmados.
● Treinamento da equipe: orientação sobre golpes comuns e respostas padronizadas
a candidatos suspeitos.
● Mensagens modelo: comunicações oficiais padronizadas dentro do próprio ATS.
Quando essas etapas são seguidas dentro de uma plataforma centralizada, as chances de erro ou uso indevido de dados caem drasticamente.
Métricas de sucesso: como medir a confiança no recrutamento
A segurança também pode — e deve — ser medida. Alguns indicadores úteis:
● Taxa de incidentes reportados (evolução mês a mês);
● Tempo médio de resposta a suspeitas de fraude;
● NPS do candidato, medindo a percepção de segurança e profissionalismo;
● Taxa de aceite de ofertas, que tende a aumentar quando o processo é confiável.
Ao acompanhar esses dados nos relatórios, o RH consegue demonstrar maturidade em
segurança e compliance, fortalecendo sua reputação perante candidatos e gestores.
Por fim, garantir a segurança no recrutamento não se resume a evitar golpes, mas
principalmente criar confiança em cada interação com o candidato. Ao combinar boas
práticas, conformidade com a LGPD e tecnologia de ponta, o RH transforma o processo
seletivo em uma jornada transparente, ética e segura.
Agende uma demonstração gratuita e descubra como o Quickin ajuda sua empresa a
elevar a segurança, a conformidade e a confiança em cada etapa do recrutamento.



